quinta-feira, 24 de julho de 2025

 

Envelheço. Claramente com estima pelas minhas tristezas só minhas. São elas o meu verdadeiro ADN, e não o sangue de minha mãe ou de meu pai.

Fere-me o desamor, a ingratidão, o egoísmo, a falta grosseira de matéria materna.

Avanço com firmeza para o fim de todas as conclusões. Não sei se os fios que me prendem à vida chegam para levantar os braços da marioneta.

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