Eu nunca mais vou voltar à ilha. E hoje, porque já não consigo mais, fico para sempre órfã dos que me restavam.
A vida não é um exercício de corresponder, não é uma fuga constante a errar. É terrível carregar o peso de culpas alheias durante mais de quarenta anos. Eu nunca fui uma filha birrenta, sempre fui antes a filha covarde de uma mãe birrenta. A vida é um exercício de amor e de paz. E se eu não os levo, e se não mos trazem, para quê então o esforço.
Sempre soube que este dia ia chegar.
Sem comentários:
Enviar um comentário