terça-feira, 22 de setembro de 2026

Jorge Palma

Quando regressei a Portugal, fui ouvi-lo no Coliseu, cantou com o Sérgio Godinho e o Represas. 

O Jorge é outro, que fez e faz jus às nossas histórias. De uma forma muito peculiar, porque acho que foi o rebelde de umas quantas décadas, e dessa forma, nas letras que partilhou, marcou as nossas loucuras, as que vivemos e as que ficaram agrilhoados lá atrás na juventude.

Gosto tanto tanto de Jorge Palma. Estou muito triste hoje. Certamente a partida dele foi quando tinha que ser. Foi um roda no ar, e 76 não é pouca coisa.  Mas ficamos tão sozinhos, tão mais pobres, sem ele, sem o Represas.  (...)

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