quinta-feira, 10 de abril de 2025

Do que eu gosto

De amanheceres e manhãs. Das minhas plantas. Da juventude com terços ao pescoço. De gente educada. De gatos, de ficar a vê-los da janela, brincar e preguiçar nos terrenos alheios ou sobre os telhados. De andar descalça. Do canto dos bichos nas noites de Verão. De enormes fatias de mar. De abraços apertados. De ouvir a minha filha com 5 anos cantarolar Ed Sheeran enquanto joga desafios. De gente gentil. Do riso misturado das crianças num recreio. Do silêncio. De roupa larga. Da canção do sino da nossa igreja. De lençóis brancos e camas feitas de lavado. De gente simples. De peixe grelhado, e do cheiro junto a restaurantes de pescadores. De vinho. De férias grandes, de gelados à beira mar. De mãos bonitas e unhas curtas e limpas. De ler. Do prazer que sinto quando compro um livro. De cumplicidade. De fotografar. 
(...)

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Eu não posso ser condenado por trabalhar  Pois não. Mas podes e vais ser condenado por não saberes impor limites.