Estranho este mundo. A miséria atroz das gentes da minha terra, afundada na desgraça de chuvas torrenciais, e o mundo indiferente. Nem no rodapé das notícias passa.
E perceber que o povo ali, safa-se completamente sozinho. Uma educação que não é para todos, que alguém decidiu que não é para eles. E mesmo assim, rotos e descalços e sem meios, sem que o mundo se importe com eles, salvam-se uns aos outros.
Tudo o que têm é serem irmãos, e vizinhos, e africanos.
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